terça-feira, 7 de maio de 2013

Há muitos convites no ar.
Ensinamentos, canalizações, notícias do mundo das estrelas, do espaço infinito do Universo sem fim.
De tudo que tenho lido, assistido, estudado e conversado uma coisa ficou forte dentro de mim: as portas estão abertas e a oportunidade bate à nossa Casa convidando a todos para o grande salto de fé.

Nosso cérebro processa informações e nossa mente arquiva dados e sentimentos em forma de imagens. O conhecimento circula pela rede e quem quiser saber é só "plugar" a tomada na corrente que circula recheada de palavras e raciocínios como nunca se viu, creio eu.
Em meio a tudo isso tenho preferido acalmar a informação que entra pelo meu lado esquerdo do cérebro, tentando sentir, intuir em vez de entender como se entendem os teoremas da matemática.

Fica claro para mim que esta pode ser uma das formas de se dar o tal salto de fé. Aquele salto que praticamos sem pára-quedas ou dúvidas, recuperando a inocência das crianças, pegando carona nos vôos ilimitados da imaginação e dos corpos mais sutis, dos mundos mais altos, subindo a escada que liga a terra ao céu.
Um salto tão protegido que nem precisamos de rede de segurança. Sentimos que somos aparados e sustentados por forças que não podemos ver com os olhos do corpo físico. Mas sentimos profundamente com os olhos da alma.

Na nova linguagem do mundo -que nos convida a romper fronteiras-, fé pode ser também sinônimo de intenção. Assim, fica bem reeditado o ditado "a fé remove montanhas" para "a intenção remove montanhas".

Ao permitirmos que a fé se manifeste em nós criamos raízes de força e segurança e podemos, então, entregar nosso dia a quem sabe mais e vê mais longe dentro de nós.


:: Izabel Telles ::