terça-feira, 2 de julho de 2013

- Imelda Sitole -

"Ainda que tal pessoa tivesse provocado em mim das maiores tristezas do mundo ...
 ... sempre acreditei que a vida acabaria por encarregar-se dela. 
A minha raiva, tal como de uma criança tem prazo de validade, zango, choro, esbravejo, mas assim que passa algum tempo tento limpar o meu coração de toda mágoa, e arranjo formas de seguir. 
Sempre tive um coração meio mole.
Um coração que alegra-se por pequenos gestos, que prende-se a detalhes que só eu vejo, que acredita na mudança das pessoas, e que quando se entrega atira-se. 
Nunca soube ser metade de nada nem de ninguém, quando estou estou, e quando não estou não estou. 
Nunca soube viver uma meia-vida. 
Daí que quando entro em uma vida não ofereço apenas o meu melhor, mas sim o meu tudo."