terça-feira, 26 de agosto de 2014









" O espectro da Mulher Selvagem ainda nos espreita de dia e de noite. Não importa onde estejamos, a sombra que corre atrás de nós tem decididamente quatro patas. "


** Todas nós temos anseio pelo que é selvagem. 
Existem poucos antídotos aceitos por nossa cultura para esse desejo ardente. 
Ensinaram-nos a ter vergonha desse tipo de aspiração.
Deixamos crescer o cabelo e o usamos para esconder nossos sentimentos.


** 0 arquétipo da Mulher Selvagem, bem como tudo o que está por trás dele, é o benfeitor de todas as pintoras, escritoras, escultoras, dançarinas, pensadoras, rezadeiras, de todas as que procuram e as que encontram, pois elas todas se dedicam a inventar, e essa é a principal ocupação da Mulher Selvagem. 
Como toda arte, ela é visceral, não cerebral. 
Ela sabe rastrear e correr, convocar e repelir. 
Ela sabe sentir, disfarçar e amar profundamente. 
Ela é intuitiva, típica e normativa.
Ela é totalmente essencial à saúde mental e espiritual da mulher"


- Clarissa Pinkola Estes -