segunda-feira, 26 de junho de 2017

...Tem hora que a gente começa a pegar mais a vida na mão.
Também começa a entender que um pouco já é melhor do que nada, que devagar também é depressa, que a caminhada pode ser longuíssima mas se a gente não der o primeiro passo nunca vai chegar lá.
É hora de nascer de novo, reencarnar aqui mesmo, abandonar idéias fixas e modelos em série para deixar a própria energia fluir e moldar o modo de ser. Deixando realmente sair o que não serve como quem abre o baú e liberta a vida morta, energia esgotada que está ali só impedindo a gente de mudar...

( trazendo à tona 17/08/08 )